{"id":2549,"date":"2018-04-05T11:16:12","date_gmt":"2018-04-05T10:16:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.heirsholdings.com\/?p=2549"},"modified":"2025-01-15T13:19:33","modified_gmt":"2025-01-15T12:19:33","slug":"transformando-o-solo-da-africa-tony-elumelu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.heirsholdings.com\/pt\/transforming-africa-ground-tony-elumelu\/","title":{"rendered":"Transformando a \u00c1frica desde o in\u00edcio \u2013 Tony Elumelu"},"content":{"rendered":"<ul class=\"tweetable_items\">\n<li>10.000 start-ups em toda a \u00c1frica nos pr\u00f3ximos 10 anos \u00e9 o objetivo de @TonyElumeluFDN\u00a0<i class=\"fa fa-twitter\"><\/i><\/li>\n<li>Os empreendedores s\u00e3o fundamentais para o desenvolvimento das pessoas, dos pa\u00edses e de \u00c1frica, afirma @TonyOElumelu\u00a0<i class=\"fa fa-twitter\"><\/i><\/li>\n<li>Os l\u00edderes precisam pensar em como a hist\u00f3ria julgar\u00e1 seu legado, diz @TonyOElumelu\u00a0<i class=\"fa fa-twitter\"><\/i><\/li>\n<\/ul>\n<p>Tony Elumelu sabe algumas coisas sobre impacto p\u00fablico. Sua litania de cargos \u2013 financeiro, empres\u00e1rio, empres\u00e1rio, economista e filantropo \u2013 conta uma hist\u00f3ria de realiza\u00e7\u00e3o profissional quase ilimitada.<\/p>\n<p>Ele \u00e9 altamente activo no sector privado, investindo em sectores-chave em toda a \u00c1frica atrav\u00e9s da sua empresa de investimento propriet\u00e1ria, Heirs Holdings, e presidindo ao United Bank for Africa \u2013 um banco nigeriano que ele transformou numa institui\u00e7\u00e3o pan-africana com opera\u00e7\u00f5es em 19 pa\u00edses e 1.000 filiais em todo o continente. E em 2010 ele montou\u00a0<a href=\"http:\/\/www.tonyelumelufoundation.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Funda\u00e7\u00e3o Tony Elumelu<\/a>, que est\u00e1 a caminho de criar 10.000 startups em toda a \u00c1frica nos pr\u00f3ximos 10 anos. Generoso de cora\u00e7\u00e3o, esp\u00edrito e bolso, Elumelu supervisiona agora uma extensa rede de atividades, todas voltadas para impulsionar o crescimento do continente atrav\u00e9s do poder e do impacto dos empreendedores.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o se trata do dinheiro que voc\u00ea tem, mas do legado\u201d, diz ele. \u201cDecidi criar a Funda\u00e7\u00e3o para apoiar os jovens africanos e ajud\u00e1-los a ter sucesso \u2013 e acredito que os empreendedores s\u00e3o fundamentais para o desenvolvimento das pessoas, dos pa\u00edses e do continente.\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Perseguindo a grande chance<\/strong><\/h3>\n<p>\u00c9 importante notar que a Funda\u00e7\u00e3o Tony Elumelu n\u00e3o \u00e9 apenas um empreendimento de caridade. Pelo contr\u00e1rio, \u00e9 a realiza\u00e7\u00e3o de tarefas \u2013 criar empregos e ajudar os empres\u00e1rios a crescer e prosperar \u2013 que normalmente cabem aos governos. Elumelu, por\u00e9m, est\u00e1 convencido de que os empreendedores alcan\u00e7am um impacto que se espalha por toda a sociedade \u2013 desde a sala de reuni\u00f5es. Isto, juntamente com a sua experi\u00eancia pessoal e conhecimento da import\u00e2ncia de uma ajuda em vez de uma esmola, significa que a sua funda\u00e7\u00e3o est\u00e1 especialmente empenhada em capacitar jovens empres\u00e1rios africanos para criarem os empregos que s\u00e3o urgentemente necess\u00e1rios em toda a \u00c1frica. Nas suas pr\u00f3prias palavras, a \u00fanica forma de resolver o desemprego \u00e9 democratizar as oportunidades de cria\u00e7\u00e3o de emprego. \u201cAs empresas e os governos por si s\u00f3 n\u00e3o podem criar os milh\u00f5es de empregos de que \u00c1frica necessita. S\u00f3 as PME podem.<\/p>\n<p>\u201cSe ajudarmos as pessoas a tornarem-se empreendedoras, elas ter\u00e3o sucesso e depois ajudar\u00e3o outros a ter sucesso, ao mesmo tempo que abordam colectivamente as quest\u00f5es que nos confrontam como povo, como a quest\u00e3o da pobreza e a quest\u00e3o do desemprego\u201d, explica ele. \u201cAs pequenas empresas criam um efeito multiplicador onde mais jovens conseguem emprego atrav\u00e9s dos empregos criados. Esta \u00e9, em ess\u00eancia, a raz\u00e3o pela qual a Funda\u00e7\u00e3o foi criada.\u201d<\/p>\n<p>A Funda\u00e7\u00e3o \u00e9 sustentada pela filosofia de \u201cAfricapitalismo\u201d de Elumelu, que afirma que o investimento a longo prazo do sector privado liderado por \u00c1frica em sectores-chave da economia do continente impulsionar\u00e1 o desenvolvimento econ\u00f3mico e social. Isso \u00e9\u00a0<a href=\"http:\/\/www.tonyelumelufoundation.org\/about-tef\/7-pillars\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">programa principal<\/a>, que foi lan\u00e7ado em 2015, \u00e9 um compromisso de 10 anos, no valor de $100 milh\u00f5es de d\u00f3lares, para identificar e capacitar 10.000 empres\u00e1rios africanos, criar um milh\u00e3o de empregos e adicionar $10 mil milh\u00f5es de d\u00f3lares em receitas \u00e0 economia de \u00c1frica.<\/p>\n<p>Cada empreendedor recebe capital inicial de US$5.000 para apoiar o crescimento inicial, criando uma prova de conceito e\/ou melhorando a sua opera\u00e7\u00e3o comercial. Elumelu faz quest\u00e3o de sublinhar, por\u00e9m, que se trata de muito mais do que apenas financiamento. \u201cN\u00f3s os treinamos durante 12 semanas e trata-se de orientar, treinar e criar a rede, a plataforma e as oportunidades que eles precisam\u201d, explica. \u201cEles t\u00eam acesso a mim e aprendem os princ\u00edpios do meu sucesso. Cobrimos coisas como iniciar e expandir um neg\u00f3cio, desenvolvimento de neg\u00f3cios, estrat\u00e9gia de marketing, gerenciamento eficaz e muito mais. Em troca, queremos 1.000 empreendedores todos os anos, homens e mulheres, e de todos os pa\u00edses de \u00c1frica.\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Mas e o governo?<\/strong><\/h3>\n<p>A Funda\u00e7\u00e3o est\u00e1 \u2013 e com raz\u00e3o \u2013 focada nos resultados e oferece o que \u00e9 claramente um conjunto hol\u00edstico de atividades. No entanto, isto tamb\u00e9m levanta a quest\u00e3o: os governos ainda s\u00e3o necess\u00e1rios? Na verdade, Elumelu acredita firmemente que os decisores pol\u00edticos t\u00eam um papel cr\u00edtico a desempenhar, come\u00e7ando por criar um ambiente prop\u00edcio ao sucesso dos empreendedores.<\/p>\n<p>\u201cOs governos precisam de se concentrar em quest\u00f5es leves \u2013 o Estado de direito, a fiscalidade, a facilidade de abertura de empresas, e assim por diante\u201d, salienta. \u201cTodas essas s\u00e3o coisas que ajudam os empreendedores a ter sucesso. Para este fim, na Funda\u00e7\u00e3o promovemos a defesa e interagimos com governos como o da Nig\u00e9ria para ajudar a impulsionar a competitividade do pa\u00eds. Se formos competitivos como pa\u00eds, ent\u00e3o os empreendedores ter\u00e3o sucesso; se n\u00e3o formos competitivos, ent\u00e3o os empreendedores n\u00e3o ter\u00e3o sucesso.\u201d<\/p>\n<p>Ele prossegue dizendo que a Funda\u00e7\u00e3o trabalhou com a funda\u00e7\u00e3o de Tony Blair, a\u00a0<a href=\"http:\/\/www.africagovernance.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Iniciativa de Governa\u00e7\u00e3o de \u00c1frica<\/a>, para ajudar a refor\u00e7ar a capacidade de alguns governos africanos \u2013 Nig\u00e9ria, Lib\u00e9ria e Serra Leoa. \u201cEnviamos equipas para trabalhar com os governos para ajud\u00e1-los a desenvolver conhecimentos e capacidade para negociar com o resto do mundo em quest\u00f5es como parcerias p\u00fablico-privadas\u201d, explica Elumelu. \u201cE como parte do nosso programa, ajudamos a conectar os nossos empreendedores com centros locais e ag\u00eancias governamentais importantes.\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Avan\u00e7ando \u00c1frica<\/strong><\/h3>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 d\u00favida de que a Funda\u00e7\u00e3o est\u00e1 a realizar um trabalho bom e importante \u2013 mas tamb\u00e9m n\u00e3o o pode fazer sozinha. Desde garantir que o n\u00famero crescente de jovens do continente encontre um emprego remunerado at\u00e9 \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o da din\u00e2mica entre \u00c1frica e as pot\u00eancias econ\u00f3micas globais, \u00e9 claro que os l\u00edderes do continente n\u00e3o t\u00eam escassez de desafios aos quais responder e enfrentar.<\/p>\n<p>Elumelu admite que o recente an\u00fancio do \u00faltimo grupo de 1.000 empres\u00e1rios, em 22 de Mar\u00e7o, foi ligeiramente agridoce, uma vez que cerca de 93.000 empres\u00e1rios africanos se candidataram a uma vaga no programa. \u201cExistem 92 mil aspirantes a empreendedores que n\u00e3o tiveram sucesso. Estes jovens africanos, homens e mulheres, demonstraram paix\u00e3o e criatividade, e n\u00e3o devemos ceder at\u00e9 os ajudarmos a concretizar as suas aspira\u00e7\u00f5es. Apelo a outros africanos bem-sucedidos e amigos de \u00c1frica para que nos apoiem a fazer mais.\u201d<\/p>\n<p>E quando comparamos \u00c1frica com o Sudeste Asi\u00e1tico \u2013 onde estou baseado \u2013 \u00e9 dif\u00edcil n\u00e3o ficar impressionado com as diferen\u00e7as. Embora tenham n\u00edveis semelhantes de recursos naturais, bem como uma heran\u00e7a colonial partilhada, as suas trajet\u00f3rias de desenvolvimento t\u00eam sido marcadamente diferentes. Questionado sobre o que pode ser feito para acelerar o progresso de \u00c1frica, Elumelu diz que \u00e9 uma responsabilidade partilhada que envolve o governo e a comunidade empresarial em geral.<\/p>\n<p>\u201cOs l\u00edderes do sector p\u00fablico t\u00eam de superar a mentalidade das col\u00f3nias \u2013 eles tiveram independ\u00eancia pol\u00edtica, mas a independ\u00eancia de esp\u00edrito parece ser um problema\u201d, observa. \u201c\u00c9 por isso que defendo o legado: quando os l\u00edderes se perguntam como ser\u00e3o lembrados e como a hist\u00f3ria os julgar\u00e1, ent\u00e3o eles fazem o que \u00e9 certo. Tamb\u00e9m precisamos responsabilizar nossos l\u00edderes. H\u00e1 muito que temos uma cultura em que somos passivos e aceitamos tudo o que acontece, mas isto est\u00e1 a come\u00e7ar a mudar. As redes sociais est\u00e3o a derrubar barreiras e alguns l\u00edderes africanos est\u00e3o a ser destitu\u00eddos do cargo por votos dos millennials, que s\u00e3o muito mais conscienciosos, inquietos e activos \u2013 por isso isto \u00e9 positivo.\u201d<\/p>\n<p>E o sector privado tamb\u00e9m precisa de avan\u00e7ar, acrescenta. \u201cOs l\u00edderes empresariais precisam perceber que \u00e9 do seu interesse garantir que n\u00e3o tenham sucesso sozinhos\u201d, diz ele. \u201cO verdadeiro sucesso surge quando voc\u00ea n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica pessoa de quem todos dependem, mas, em vez disso, \u00e9 o catalisador para que outros se tornem autossuficientes. H\u00e1 maior alegria em ver todos esses rostos felizes do que em ver contas banc\u00e1rias gordas.\u201d<\/p>\n<p>Aqui, ele acredita que a mar\u00e9 est\u00e1 come\u00e7ando a mudar. Embora h\u00e1 20 anos o continente tenha sido enriquecido por uma \u201cgera\u00e7\u00e3o de ouro\u201d de l\u00edderes liderados, claro, pelo falecido Nelson Mandela, Elumelu argumenta que a actual colheita de l\u00edderes est\u00e1 lentamente a come\u00e7ar a reconhecer que \u00e9 melhor trabalhar em conjunto do que agir sozinho. . \u201cAs pessoas com quem falo \u2013 os empres\u00e1rios, os l\u00edderes governamentais \u2013 est\u00e3o a perceber que s\u00e3o necess\u00e1rios os setores p\u00fablico e privado para fazer as coisas funcionarem e que precisamos de trabalhar juntos e pensar a longo prazo\u201d, diz ele. \u201cOs l\u00edderes africanos est\u00e3o gradualmente a chegar l\u00e1, trazendo novas pessoas para o governo, por isso estou optimista quanto ao que est\u00e1 por vir.\u201d<\/p>\n<p>Na verdade, o otimismo \u00e9 algo que evidentemente est\u00e1 profundamente presente em seu \u00e2mago. Afinal, teria sido muito f\u00e1cil sentar e aproveitar os frutos do seu trabalho.<\/p>\n<p>Elumelu, por\u00e9m, optou por uma viagem mais dif\u00edcil, marcada por muitos desafios, mas que tamb\u00e9m oferece o pr\u00e9mio de um continente muito mais forte a brilhar no horizonte. E embora outros possam preocupar-se com o seu legado, ele n\u00e3o precisa de se preocupar \u2013 o seu lugar nos livros de hist\u00f3ria j\u00e1 est\u00e1 assegurado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>LEITURA ADICIONAL<\/strong><\/h3>\n<ul>\n<li><em><strong>Passando a tocha para a pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o de \u00c1frica.<\/strong><\/em>\u00a0Para algu\u00e9m ainda t\u00e3o jovem,<strong>\u00a0Lindiwe Maziboku<\/strong>\u00a0sabe o que \u00e9 subir no poste gorduroso da pol\u00edtica. Agora, por\u00e9m, ela procura transformar oportunidades para os jovens que procuram seguir os seus passos. Ela diz a Vincent Chin explorando o po\u00e7o de jovens talentos na \u00c1frica<\/li>\n<li><em><strong>Ajudar a avan\u00e7ar na transforma\u00e7\u00e3o de \u00c1frica.<\/strong><\/em>\u00a0Como antigo ministro das finan\u00e7as do Ruanda e chefe do Banco Africano de Desenvolvimento,\u00a0<strong>Donald Kaberuka<\/strong>\u00a0n\u00e3o \u00e9 estranho em entregar mudan\u00e7as. Ele nos conta sobre o impacto na \u00c1frica e al\u00e9m<\/li>\n<li><em><strong>Cidade, mais esperto.\u00a0<\/strong><\/em><span lang=\"EN-GB\">Poucas cidades podem rivalizar com a Cidade do Cabo em termos de ambiente natural, mas os seus pontos fortes n\u00e3o se limitam de forma alguma \u00e0 localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica. A prefeita da cidade, Patricia de Lille, conta\u00a0<strong>Adriano Brown<\/strong>\u00a0sobre sua abordagem baseada em a\u00e7\u00e3o para governar<\/span><\/li>\n<li><em><strong>Cruzados de entrega da Cidade do Cabo.\u00a0<\/strong><\/em>Desempenho e entrega est\u00e3o no topo da agenda na Cidade do Cabo.<strong>Taru Jaroszynski<\/strong>conta-nos como a Unidade de Pol\u00edtica Estrat\u00e9gica da cidade ajudou a fazer a cidade avan\u00e7ar \u2013 e por que n\u00e3o h\u00e1 como voltar atr\u00e1s<\/li>\n<li><em><strong>\u00c1guas turbulentas na \u00c1frica do Sul.<\/strong><\/em>\u00a0<strong>Adrian Portafaix\u00a0<\/strong>examina a crise h\u00eddrica na \u00c1frica do Sul e mapeia v\u00e1rios cen\u00e1rios futuros para ajudar os decisores pol\u00edticos a identificar solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis<\/li>\n<li><b><i>Tudo sobre infra-estruturas: construir um futuro africano mais brilhante.\u00a0<\/i><\/b>Gera\u00e7\u00f5es de decisores pol\u00edticos africanos procuraram colmatar a lacuna infra-estrutural do continente \u2013 no entanto, ainda h\u00e1 muito a fazer.\u00a0<strong>Euvin Naidoo<\/strong>\u00a0sugere como passar da planta ao canteiro de obras<\/li>\n<li><em><strong>Amanhecer africano<\/strong><\/em>. Ativista, acad\u00e9mico, funcion\u00e1rio p\u00fablico e l\u00edder empresarial sul-africano\u00a0<strong>Dr.<\/strong>\u00a0<strong>Mamphela Ramphele\u00a0<\/strong>diz-nos porque \u00e9 que a boa governa\u00e7\u00e3o \u00e9 fundamental para um impacto p\u00fablico positivo<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>Este artigo foi publicado originalmente no Center for Public Impact.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Inscreva-se abaixo para saber mais sobre os investimentos da Heirs Holdings, Tony Elumelu e HH em toda a \u00c1frica.<\/h3>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>10 000 empresas em fase de arranque em toda a \u00c1frica nos pr\u00f3ximos 10 anos \u00e9 o objetivo de @TonyElumeluFDN Os empres\u00e1rios s\u00e3o fundamentais para o desenvolvimento das pessoas, dos pa\u00edses e de \u00c1frica, diz @TonyOElumelu Os l\u00edderes t\u00eam de pensar na forma como a hist\u00f3ria julgar\u00e1 o seu legado, diz @TonyOElumelu Tony Elumelu sabe uma coisa ou duas sobre o impacto p\u00fablico. 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